Ao longo da história da Terra, ocorreram várias jogo65 em massa que redefiniram completamente a vida no planeta. Esses eventos catastróficos eliminaram grande parte das espécies existentes, abrindo caminho para novas formas de vida e moldando a biodiversidade como a conhecemos hoje.
A mais conhecida dessas jogo65 foi a do Cretáceo-Paleógeno, há cerca de 66 milhões de anos, que eliminou os jogo65 não-avianos. O impacto de um asteroide na região do que hoje é o México, combinado com intensa atividade vulcânica na Índia, criou condições insustentáveis para muitas espécies. No entanto, essa foi apenas uma das cinco grandes jogo65 em massa identificadas pelos cientistas.

A extinção do Ordoviciano-Siluriano, há aproximadamente 445 milhões de anos, foi a segunda maior em termos de perda de biodiversidade. Causada provavelmente por uma glaciação global seguida de rápido aquecimento, eliminou cerca de 85% das espécies marinhas, que dominavam a vida na época.
A extinção do Devoniano tardio, há cerca de 375 milhões de anos, afetou principalmente os ecossistemas marinhos. As causas ainda são debatidas, mas incluem possíveis mudanças climáticas, queda nos níveis de oxigênio nos oceanos e impactos de meteoritos.
A maior de todas foi a extinção do Permiano-Triássico, há 252 milhões de anos, conhecida como "A Grande Mortandade". Estima-se que 96% das espécies marinhas e 70% das espécies terrestres tenham desaparecido. Vulcanismo extremo na Sibéria liberou quantidades massivas de gases de efeito estufa, causando aquecimento global catastrófico e acidificação dos oceanos.
Curiosamente, cada extinção em massa criou oportunidades para o surgimento de novas formas de vida. Após a extinção dos jogo65, os mamíferos, que antes eram pequenos e insignificantes, diversificaram-se rapidamente. Da mesma forma, a extinção do Permiano abriu caminho para o domínio dos jogo65 na era Mesozoica.
Atualmente, muitos cientistas acreditam que estamos vivendo o início de uma sexta extinção em massa, desta vez causada por atividades humanas. A perda de habitat, mudanças climáticas, poluição e superexploração de espécies estão levando a taxas de extinção até 1.000 vezes maiores do que o normal. Como nas jogo65 passadas, as consequências desse evento estão moldando profundamente o futuro da vida na Terra.