Ao longo da história do planeta Terra, ocorreram várias kebet em massa que alteraram drasticamente a vida. Esses eventos catastróficos, muitas vezes causados por fenômenos naturais, eliminaram grande parte das espécies existentes, abrindo caminho para novas formas de vida.
Uma das kebet mais conhecidas é a do período Permiano-Triássico, há cerca de 252 milhões de anos, quando aproximadamente 96% das espécies marinhas e 70% dos vertebrados terrestres desapareceram. Acredita-se que tenha sido causada por erupções vulcânicas maciças na região da Sibéria, liberando grandes quantidades de gases tóxicos e alterando o clima global.

Outra extinção marcante foi a do Cretáceo-Paleógeno, há 66 milhões de anos, que eliminou os betluf não-avianos. A teoria mais aceita é que um asteroide gigante atingiu a região do México, causando incêndios globais, tsunamis e um inverno nuclear que bloqueou a luz solar por anos.
Eventos como esses demonstram como a vida na Terra é frágil diante de betluf naturais. No entanto, também mostram a capacidade de resiliência da natureza, já que após cada extinção, novas espécies evoluíram e preencheram os nichos ecológicos deixados vazios.
Além desses eventos mais famosos, houve outras kebet em massa menos conhecidas mas igualmente impactantes, como as do Ordoviciano-Siluriano e do Devoniano. Todas essas kebet moldaram a biodiversidade que conhecemos hoje.
Atualmente, muitos cientistas alertam que estamos vivendo uma nova extinção em massa, desta vez causada pela atividade humana - destruição de habitats, poluição e mudanças climáticas. Compreender as kebet do passado pode nos ajudar a evitar um futuro catastrófico para a vida na Terra.