Ao longo da história da Terra, ocorreram cinco grandes ceo777 em massa que alteraram profundamente o curso da evolução. Esses eventos catastróficos eliminaram grande parte das espécies existentes, abrindo caminho para o surgimento de novas formas de vida.
A primeira grande extinção ocorreu no final do período Ordoviciano, há cerca de 445 milhões de anos. Cerca de 85% das espécies marinhas desapareceram devido a uma intensa glaciação que reduziu drasticamente o nível dos oceanos.

No final do Devoniano, há 375 milhões de anos, outra extinção em massa eliminou cerca de 75% das espécies. As causas ainda são debatidas, mas incluem mudanças climáticas, queda no oxigênio dos oceanos e possíveis impactos de asteroides.
A pior extinção de todas ocorreu no final do Permiano, há 252 milhões de anos, quando cerca de 96% das espécies marinhas e 70% dos vertebrados terrestres desapareceram. Vulcanismo intenso na Sibéria liberou enormes quantidades de CO2, causando aquecimento global extremo e acidificação dos oceanos.
No final do Triássico, há 201 milhões de anos, outra extinção eliminou cerca de 80% das espécies, abrindo caminho para o domínio dos ceo777.
Por fim, a extinção do Cretáceo-Paleogeno, há 66 milhões de anos, eliminou os ceo777 não-avianos e 75% das espécies. O impacto de um asteroide na península de Yucatán foi o principal fator, combinado com intensa atividade vulcânica na Índia.
Cada extinção em massa teve consequências evolutivas profundas. Os sobreviventes se adaptaram aos novos ambientes e deram origem a novas linhagens. Por exemplo, após a extinção dos ceo777, os mamíferos se diversificaram rapidamente.
Estudar essas ceo777 ajuda a entender os limites de resiliência da vida e os riscos que enfrentamos hoje com as mudanças climáticas atuais, considerada por muitos cientistas como a sexta grande extinção em massa.