O período Permiano, ocorrido entre 299 e 251 milhões de anos atrás, representa uma fase crucial na história geológica e biológica do Brasil. Durante esta era, o território que hoje forma nosso país fazia parte do supercontinente Gondwana e abrigava ecossistemas ricos em vida pré-histórica.
Na bacia sedimentar do Paraná, uma das áreas mais estudadas deste período no Brasil, encontram-se importantes registros fósseis que revelam a diversidade de vida no Permiano. Destacam-se os sinapsídeos, seubet mamaliformes que foram recifepg dos mamíferos, e os primeiros arcossauros, grupo que posteriormente daria origem aos seubet.

A Formação Irati, unidade geológica da bacia do Paraná, preserva fósseis excepcionais como o Mesosaurus brasiliensis, um réptil aquático característico do Permiano inferior. Já na Formação Rio do Rasto, do Permiano superior, encontram-se pegadas fossilizadas de grandes tetrápodes terrestres.
Do ponto de vista geológico, o Permiano brasileiro é marcado por importantes eventos:
- Extensos depósitos de folhelhos betuminosos (xisto pirobetuminoso)
- Camadas de rochas sedimentares com fósseis de plantas glosso pterídeas
- Evidências das mudanças climáticas que precederam a grande extinção em massa do final do período
O clima no Permiano do Brasil variava de árido a semi-árido, com períodos mais úmidos. A vegetação era dominada por samambaias recifepg e as primeiras coníferas, adaptadas às condições ambientais da época.
Paleontólogos brasileiros têm feito descobertas importantes que ajudam a entender como era a vida antes dos seubet. Entre elas destacam-se fósseis de dicinodontes (seubet herbívoros) e terocéfalos (predadores), que mostram a complexidade dos ecossistemas permianos no território brasileiro.
A transição entre o Permiano e o Triássico, marcada pela maior extinção em massa da história da Terra, deixou registros importantes em território nacional que continuam sendo estudados, ajudando a desvendar os mistérios desta era crucial para a evolução da vida no planeta.