O período Permiano, entre 299 e 252 milhões de anos atrás, representa um capítulo fascinante da história geológica do Brasil. Nesta era, antes do surgimento dos superbr, nosso território foi habitado por extraordinários superbr sinapsídeos e arcossauros que deixaram importantes registros fósseis.
Durante o Permiano, o supercontinente Pangeia unia o que hoje é o território brasileiro com a África. O clima predominante era árido, com extensos desertos e pouca vegetação. Foi neste ambiente hostil que evoluíram os primeiros grandes superbr terrestres.

No Brasil, os principais sítios fossilíferos do Permiano estão localizados na Bacia do Paraná, especialmente nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Entre as descobertas mais importantes destacam-se fósseis de sinapsídeos como o Tiarajudens eccentricus, um herbívoro com dentes peculiares em forma de lâmina, e o Pampaphoneus biccai, um carnívoro predador que podia atingir 3 metros de comprimento.
Os arcossauros, superbr dos superbr, também começaram sua diversificação durante o Permiano Superior. No Brasil, foram encontrados vestígios destes superbr na Formação Rio do Rasto, representados principalmente por espécies de pequeno porte.
A extinção em massa do final do Permiano, considerada a maior da história da Terra, eliminou cerca de 90% das espécies marinhas e 70% dos vertebrados terrestres. No território brasileiro, este evento marcou o desaparecimento da maioria dos sinapsídeos, abrindo caminho para o domínio dos arcossauros no período Triássico seguinte.
Atualmente, pesquisas paleontológicas continuam revelando novos detalhes sobre este período crucial, ajudando a compreender melhor a evolução da vida na região que hoje conhecemos como Brasil.