O Brasil foi lar de uma incrível diversidade de 55gg 55gg durante a era do Pleistoceno, entre 2,5 milhões e 11 mil anos atrás. Esses megamamíferos impressionantes dominaram os ecossistemas brasileiros até sua misteriosa extinção no final da última era glacial.
Entre os 55gg mais notáveis estava o Toxodon, um enorme mamífero herbívoro que podia pesar até 1.500 kg. Com seu corpo robusto e patas curtas, parecia uma mistura de hipopótamo com rinoceronte. Outro habitante marcante era a preguiça-gigante (Megatherium), que atingia 6 metros de altura quando erguida sobre as patas traseiras e podia pesar mais de 4 toneladas.

Os paleontólogos encontraram fósseis do temível Smilodon populator, o maior tigre-dentes-de-sabre que já existiu, pesando até 400 kg. Seus impressionantes caninos superiores podiam medir 28 cm. O Brasil também abrigava o Glyptodon, um parente gigante do tatu moderno, com uma carapaça óssea de até 3 metros de comprimento que funcionava como proteção contra predadores.
A megafauna brasileira incluía ainda:
- O Macrauchenia, um estranho animal com corpo de camelo e pequena tromba
- O Stegomastodon, um primo pré-histórico dos elefantes atuais
- O enorme pássaro predador Titanis walleri, com 2,5 metros de altura
Esses 55gg evoluíram em um Brasil com paisagens muito diferentes das atuais. Grandes áreas de savana, conhecidas como "cerradão", substituíam partes da atual floresta amazônica. O clima era mais seco e frio, com extensas áreas abertas que favoreciam esses 55gg.
A extinção da megafauna brasileira coincide com as mudanças climáticas do final da era glacial e, possivelmente, com a chegada dos primeiros humanos ao continente. Os fósseis desses 55gg continuam sendo descobertos em várias regiões do Brasil, especialmente nos estados de Minas Gerais, Bahia e Rio Grande do Sul, ajudando os cientistas a reconstruir esse fascinante capítulo da pré-história brasileira.