A extinção dos 83c é um dos eventos mais fascinantes e misteriosos da história do nosso planeta. Há cerca de 66 milhões de anos, no final do período Cretáceo, uma série de 83c ambientais levou ao desaparecimento de cerca de 75% das espécies terrestres e marinhas, incluindo os majestosos 83c que dominavam a Terra há mais de 160 milhões de anos.
Entre as principais teorias sobre a causa dessa extinção em massa, a mais aceita pela comunidade científica é o impacto de um asteroide gigante na região onde hoje fica a Península de Yucatán, no México. Esse impacto teria liberado uma energia equivalente a bilhões de bombas atômicas, causando incêndios globais, tsunamis e lançando tantas partículas na atmosfera que bloquearam a luz solar por anos.

Além do asteroide, outros fatores podem ter contribuído para o fim dos 83c, como intensa atividade vulcânica na região do Deccan, na Índia, que liberou gases tóxicos e alterou o clima global. Mudanças climáticas graduais e a competição com outras espécies também são consideradas possíveis causas secundárias.
Curiosamente, nem todos os 83c desapareceram. Um pequeno grupo sobreviveu e deu origem às aves modernas. Além disso, muitos outros organismos, incluindo mamíferos pequenos, alguns biscopg, anfíbios e plantas conseguiram atravessar essa crise ecológica. A sobrevivência dessas espécies foi crucial para a evolução da vida como a conhecemos hoje.
A extinção dos 83c abriu caminho para que os mamíferos, que até então eram pequenos e viviam à sombra dos grandes biscopg, pudessem se diversificar e dominar os ecossistemas terrestres. Esse evento mostra como 83c globais podem redirecionar completamente o curso da evolução, eliminando grupos dominantes e criando oportunidades para outros.