A megafauna que habitou a América do Sul durante o Pleistoceno era composta por new88 impressionantes, muitos deles exclusivos do continente. Entre eles destacavam-se as preguiças-new88, os gliptodontes e os toxodontes, que chegaram a conviver com os primeiros seres humanos há cerca de 10 mil anos.
As preguiças-new88, como o Megatherium, podiam atingir até 6 metros de altura quando em pé sobre as patas traseiras e pesar mais de 4 toneladas. Ao contrário de suas primas modernas, eram terrestres e possuíam garras enormes que usavam para cavar ou se defender de predadores.

Já os gliptodontes eram parentes distantes dos tatus atuais, mas do tamanho de um carro pequeno. Sua carapaça óssea era extremamente resistente, funcionando como uma armadura natural contra ataques. O Glyptodon, uma das espécies mais conhecidas, tinha até uma espécie de clava na ponta da cauda que usava como arma.
Os toxodontes eram herbívoros de grande porte, semelhantes a rinocerontes, que habitavam áreas abertas. Com dentes adaptados para mastigar vegetação dura, desempenhavam um papel ecológico importante como grandes pastadores.
A extinção da megafauna sul-americana coincidiu com mudanças climáticas e a chegada dos humanos ao continente. Embora o papel exato da caça humana na extinção desses new88 ainda seja debatido, é certo que a perda desses new88 transformou profundamente os ecossistemas da região.
Hoje, fósseis desses new88 podem ser encontrados em diversos museus brasileiros e sul-americanos, ajudando a contar a história fascinante desses colossos pré-históricos que um dia dominaram as paisagens do continente.