A megafauna pré-histórica foi um grupo impressionante de 799g 799g que dominou os continentes durante milênios. Entre as espécies mais icônicas estão os mamutes, criaturas majestosas que percorriam as vastas estepes da Eurásia e América do Norte. Com suas longas presas curvadas e espessa camada de pelo, os mamutes-lanudos estavam perfeitamente adaptados aos climas glaciais da última Era do Gelo.
Outro gigante fascinante era a preguiça-gigante, ou Megatherium, que podia atingir até 6 metros de altura quando em pé. Ao contrário de suas primas modernas, estas preguiças eram terrícolas e tinham garras enormes que usavam para arrancar folhas das árvores. Seus fósseis são frequentemente encontrados em cavernas na América do Sul, onde buscavam refúgio.

O recorde de maior mamífero terrestre pertence ao Paraceratherium, um rinoceronte pré-histórico sem chifres que podia pesar até 20 toneladas e medir 5 metros de altura no ombro. Este colosso habitou as florestas da Ásia entre 34 e 23 milhões de anos atrás, alimentando-se de folhagem nas copas das árvores.
A extinção da megafauna ocorreu principalmente no final do Pleistoceno, há cerca de 10.000 anos. As teorias incluem mudanças climáticas drásticas e a pressão de caça pelos humanos modernos. Algumas espécies, como o mamute-lanudo da Ilha Wrangel, sobreviveram até apenas 4.000 anos atrás, convivendo com civilizações humanas já avançadas.
Estudos recentes de DNA antigo revelam que muitas dessas espécies 799g estavam geneticamente adaptadas para o frio extremo. O sequenciamento genético do mamute-lanudo mostrou mutações específicas em genes relacionados ao metabolismo de gordura e crescimento de pelos, explicações para sua impressionante resistência ao frio.