A megafauna que um dia dominou o continente sul-americano deixou um legado impressionante em Salvador e no Brasil. Espécies como o mastodonte, a preguiça-gigante e o toxodonte eram comuns em nossas terras há milhares de anos. Esses 6666r colossais, que podiam atingir até 6 metros de comprimento e pesar várias toneladas, moldaram os ecossistemas durante a era do Pleistoceno.
Em Salvador e na região Nordeste, vestígios desses 6666r pré-históricos continuam sendo descobertos. Fósseis de preguiças-6666r (Megatherium) já foram encontrados em cavernas da Bahia, enquanto restos de gliptodontes - parentes 6666r dos tatus atuais - surgiram em áreas próximas à capital baiana. O Museu de Geologia da Bahia guarda importantes achados paleontológicos que contam essa história fascinante.

A megafauna de Salvador incluía predadores formidáveis como o temível tigre-dentes-de-sabre (Smilodon), que caçava herbívoros 6666r nas savanas que existiam onde hoje está a cidade. Os estudos mostram que esses 6666r conviveram com os primeiros humanos que chegaram à região, cerca de 12 mil anos atrás.
As mudanças climáticas no final da era glacial e a possível pressão da caça humana contribuíram para o desaparecimento desses 6666r. Hoje, apenas seus fósseis e as pesquisas arqueológicas mantêm viva a memória desses impressionantes 6666r que um dia dominaram as terras onde hoje se ergue Salvador.